Parando pra pensar…





Refletir não está na moda. Pensar antes de decidir não está na moda. Somos a sociedade do improviso. Em nome de uma supervalorização da intuição, temos decidido sem reflexão. E a consequência da soma de nossas decisões impensadas é sem precedentes. Mesmo as menores decisões, se tomadas sem pensar, podem acarretar consequências relevantes.

O livro de Provérbios, capítulo 19, versículo 2, também nos ensina sobre isto:

“Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.”

Deus nos concedeu uma mente inteligível, capaz de raciocinar, para que possamos pensar, raciocinar e decidir, nos moldes dos princípios bíblicos expostos nas Escrituras! A precipitação é algo extremamente prejudicial em nossas decisões. A palavra tem, dentre outros significados, a ideia de “se jogar de um precipício”. E muitas vezes é isso que acontece conosco: por falta de reflexão, nos jogamos num precipício que complica toda a nossa vida!

O versículo 11 afirma:

“A discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias.”

Vivemos em um tempo espalhafatoso. As expressões exageradas são as mais populares. O excesso das pessoas é chamado de “personalidade”. A discrição não traz holofotes, não traz fama. Ser discreto é algo que não dá ibope. Mas o livro de Provérbios nos ensina o caminho da discrição, que produz em nós longanimidade, que é um caráter da pessoa que suporta as adversidades e prossegue no seu empenho, apesar dos obstáculos.

O versículo 21 declara:

“Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá.”

Deus nos concedeu uma mente pensante, para que exercitemos nosso cérebro, para que façamos planos, para que raciocinemos em nossas decisões. Contudo, nós, como filhos de Deus, reconhecemos que devemos fazer tudo isto, mas que acima de tudo todos os nossos propósitos e projetos de vida devem estar submetidos à vontade, ao desígnio do Senhor. Isto nos conforta, por saber que Deus tem cuidado de nossa vida, e nos direcionará em tudo!

Deus os abençoe!

 

 

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Discussão1 Comment

  1. Carlos Stopp disse:

    De fato estas considerações têm de estar bem vivas em nossas mentes se realmente queremos as melhores e mais positivas conseqüencias de nossas decisões em nossas vidas, uma vez que há as implicações das decisões dos outros que podem repercutir em nós. O profeta Daniel por exemplo era tão íntegro e correto que todos os demais políticos do império procuraram e não encontraram uma forma sequer de incriminá-lo de algo, tanto que foi estimado por quase todos os imperadores medo-persas para quem governou, e tiveram de forjar um algo de que o acusar. Sendo íntegro para com Deus e continuando a adorá-lo e orar todos os dias, por intervenção milagrosa Deus o honrou e defendeu.

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