Femininas sim, mas cristãs também (parte V)





Baseado no livro “Pense Biblicamente – Recuperando a visão cristã de mundo”, autor Dr. John Macarthur (Editora: Hagnos – 2005).

7. ESTANDO PREPARADA

“Não tem medo da neve pela sua família; pois todos os da sua casa estão vestidos de escarlate. Faz para si cobertas; de linho fino e de púrpura é oseu vestido.
Olha pelo governo de sua casa, e não come o pão da preguiça”. (Pv 31.21,22,27)

A mulher sábia demonstra planejamento e organização para prever suas ações, de tal maneira que a preparam para circunstâncias imprevistas. Ela adquire provisões adequadas para necessidades imprevistas e não vive de crise em crise. Assim como as provisões físicas, essa mulher digna sabe o valor de estar espiritualmente preparada. Da mesma forma que guarda uma porcentagem de cada pagamento, ela constrói uma reserva espiritual para tempos desafiadores.

Seu forte apego às prioridades espirituais permite que ela esteja prepara para futuro. A mulher digna não permitirá que a urgência tome o lugar do que é mais importante em sua vida.

8. SENDO HONRADA

“A força e a dignidade são os seus vestidos; e ri-se o tempo vindouro.” (Pv 31.25)

Ser honrada é sinônimo de ter integridade, e isto é evidenciado pelo grande respeito que os outros demonstrem pela mulher digna. Ela possui um refinado sentido do certo e do errado e sua sinceridade que a mulher digna incorpora estes princípios à sua vida:

- Seu adorno exterior complementa suas qualidades interiores (1 Pe 3.3,4)
- Ela se abstém de toda aparência do mal (1 Ts 5.22)
- Ela possui fortes convicções do certo e do errado (Pv 14.12; 16.25; Mt 7.13,14)
- As convicções que ela adota são baseadas em princípios bíblicos (Sl 119.11,105) mais do que em tendências culturais.

A mulher digna conquista na sociedade uma reputação estável e honesta. Força e honra acompanham a sua suas atividades importantes (Pv 31.25). Desejando caminhar dignamente em seu objetivo (Ef 4.1,2), ela vive uma vida que traz glória a Deus (1 Co 10.31). Humildade, altruísmo, gentileza, delicadeza, paciência, são características de sua boa postura, comportando-se bem com os outros e sendo tolerante com o próximo.

A mulher digna tem controle de seu corpo – ela apresenta como um sacrifício vivo ao Senhor (Rm 12.1,2). Ela se recusa a usar o seu corpo com instrumento do pecado (Rm 6.12,13) e reconhece que seu corpo pertence a Cristo (1 Co 6.15). Percebendo que seu corpo é um templo literalmente habitado pelo Espírito Santo (1 Co 6.19), ela escolhe glorificar a Deus em seu corpo (1 Co 6.20). Ela se torna uma estudante de seu corpo, aprendendo a controlá-lo em honra (1 Ts 4.4); ela entende a necessidade de ter responsabilidade, para que o corpo de Cristo mantenha sua pureza (Gl 6.1,2; Tg 5.19,20).

Por Isabela Ferreira

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